5 Tendências Marketing Digital 2014 - Ivo Pontes - Marketing Digital
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5 Tendências Marketing Digital 2014

5 Tendências Marketing Digital 2014

1. Motores de pesquisa

O algoritmo da Google está a ficar mais inteligente. Têm sido feitos esforços para premiar conteúdo de valor e penalizar táticas desleais. Entre elas, o Link Building (de chapéu preto) que tem como objetivo manipular o algoritmo e conseguir melhores posições nas páginas de resultados do motor de pesquisa.
As tendências apontam para uma maior preocupação em agregar valor através da produção de conteúdo relevante para os públicos alvo. Sendo que o conteúdo personalizado e relevante será o futuro do marketing de conteúdos e um dos fatores com mais peso no posicionamento de topo nos resultados das pesquisas.
Tornar-se-á importante enfatizar conteúdos de imagem e vídeo, pois em termos de conversão são largamente superiores aos conteúdos só de texto. Afinal de contas, a mente anseia por aquilo que os olhos conseguem ver.

 

2. Websites para dispositivos móveis

A mais óbvia de todas as tendências. Segundo a Marktest, em Agosto de 2012, cerca de 28% dos detentores de telemóveis em território nacional tinham um smartphone, valor que aumentou para os 39,6% em Agosto de 2013. A taxa de penetração mais alta de sempre, aumentando mais de 50% relativamente ao observado em Maio de 2012.
A Google recomenda o “design responsivo”. Esta tecnologia refere-se ao design de websites que se adaptam de acordo com a dimensão do ecrã do dispositivo que o utilizador opera. Portanto, quer os clientes estejam a utilizar um iPhone, Android, tablet ou desktop, conseguirão obter uma ótima experiência de visualização e interação.
Ignorar estes sinais poderá ser o caminho para a perda de clientes para concorrentes que se adaptam a esta tecnologia à medida lê este artigo.
Vamos ouvir falar também mais sobre geolocalização e a sua aplicabilidade no marketing local.

 

3. Redes sociais

As tendências indicam que vamos ouvir falar muito mais de redes sociais em 2014, pois estão cá para ficar e o que estamos a assistir atualmente é somente a ponta do iceberg.
Nesta fase as pequenas empresas estão dececionadas com as redes sociais. Parece não resultar para muitas que embarcam na aventura do Facebook. Prova de que não é tão fácil quanto parece. As empresas grandes sim. Essas conseguem prosperar nas redes porque têm recursos quase ilimitados incluindo pessoal qualificado.
É preciso entender que a presença nas redes sociais deve ser vista como um passo estratégico a médio, longo prazo e que não influencia as vendas diretamente. Vou repetir, não influencia as vendas diretamente. Estas são consequência do envolvimento criado ao longo de um período de tempo.
Por exemplo, na hotelaria. Um hotel deverá, idealmente gerar envolvimento durante um período mais ou menos extenso de tempo para que quando cheguem as férias, as pessoas alvo do envolvimento se lembrem de fazer uma marcação no hotel cuja presença nas redes sociais despoletou esta ação, a de fazer uma reserva no hotel com o qual estão comprometidas.
Entender como funcionam as redes sociais e especializar o pessoal envolvido nos processos é a chave. Ou nada feito…

 

4. Remarketing

As tendências indicam que é uma estratégia recente que promete funcionar.
Os potenciais clientes podem abandonar o processo de compra em qualquer etapa e por várias razões. O remarketing é uma forma de alcançar e ficar envolvido com estes potenciais clientes através de mensagens relevantes à medida que navegam em websites que apresentem conteúdo relacionado com o que procuram. Desta forma, assegurando que a marca permaneça no topo da mente dos potenciais clientes até ao momento da compra.
Por exemplo, se for um hotel a anunciar, é possível apresentar anúncios de pacotes de SPA de fim-de-semana às pessoas que estiveram outrora a pesquisar nas páginas do website do hotel.
Pode melhorar radicalmente o retorno sobre o investimento de uma campanha.

 

5. Aumento do orçamento para o digital

O investimento em marketing digital tem vindo a aumentar nos últimos anos ao passo que o investimento no tradicional tem seguido o caminho inverso. Em 2014 não vai ser diferente!
As novas tecnologias e a era da informação e do conhecimento, abrem portas a novas oportunidades para os negócios. Vivemos num mundo onde a informação circula livremente e a uma velocidade estonteante. Daí a necessidade de criar auto-estradas digitais que pulsam com toda atividade e naturalmente veiculos que possam veicular toda a informação gerada.
Para o deleite das marcas, segundo a DOMO, a cada minuto são produzidas 48 horas de vídeo no YouTube, 32 722 likes no Facebook, 3600 fotos carregadas no Instagram, 571 novos websites criados e 2 000 000 de pesquisas no Google a cada minuto do dia. São, seis zeros.
Os meios de comunicação em massa continuam a ser muito interessantes para a marcas que podem investir quantidades exorbitantes a comunicar para as massas. Que é ótimo para alcançar notoriedade à despesa de centenas de milhares. Mas nem todos os negócios dispõem de tais recursos. Contudo, não deixa de ser crucial estar no local certo à hora certa.
Os novos meios apesar de altamente fragmentados proporcionam a visibilidade que as marcas tanto anseiam e de forma eficiente dada a mensurabilidade dos processos e a possibilidade de adquirir meios próprios para comunicar. O que falta por enquanto, é mão-de-obra qualificada.
Estas são as tendências para 2014.
 

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